No início, os médicos acreditavam que as alterações neurológicas eram apenas consequência da manifestação clínica da doença, e estariam associadas a quadros respiratórios, como pneumonia viral ou insuficiência respiratória grave. Mas hoje se sabe que o vírus pode ultrapassar a barreira sangue-cérebro (responsável por dificultar a passagem de substâncias do sangue para o sistema nervoso central), o que provoca uma resposta inflamatória. O dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião, médico do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e pesquisador da disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), explica o que essa ação viral provoca.
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