Perguntas Frequentes2021-04-10T13:16:43-03:00

Perguntas Frequentes dos Pacientes

Há riscos de se fazer uma cirurgia de estimulação cerebral profunda?2021-04-10T20:40:13-03:00

Toda cirurgia no mundo vai ter algum risco envolvido. Mas hoje em dia, com os recursos que temos, com os cuidados pré-operatórios envolvidos, os riscos são baixos, de forma que na imensa maioria das vezes a cirurgia de implante de DBS, quando bem realizada, é extremamente segura.

Como é o pós-operatório da cirurgia de estimulação cerebral profunda?2021-04-10T00:44:56-03:00

Na maior parte das vezes, é muito tranquilo. Se não houver intercorrências ou o paciente não tiver algum problema de saúde, após a cirurgia, ele vai para o quarto e não para a UTI. O paciente irá descansar, fará exames e em cerca de um a dois dias irá para casa. É preciso tomar cuidados com curativos e cicatrizes cirúrgicas para que não haja nenhum risco de infecção.

Eu tenho Doença de Parkinson. Sou candidato à DBS?2021-04-10T20:37:04-03:00

O tratamento é indicado a pacientes com Doença de Parkinson, mas é preciso que os candidatos à cirurgia atendam a alguns critérios, como ter a certeza de que possui a forma mais clássica da Doença de Parkinson; não ter mais de 75 anos; não possuir comorbidades graves e, em algum momento da vida, ter apresentado uma boa resposta a medicamentos para a Doença de Parkinson, como a levodopa. Além disso, a DBS também pode ser indicada para pacientes com epilepsia: para casos de difícil controle medicamentoso onde uma neurocirurgia de ressecção não é factível ou já foi realizada sem controle adequado de crises.

O que é a cirurgia de estimulação cerebral profunda?2021-04-10T00:37:58-03:00

A DBS, sigla em inglês para Deep Brain Stimulation, é uma modalidade de tratamento que consiste em estimular eletricamente uma determinada região cerebral, por meio de um “neuroestimulador”, que é cirurgicamente implantado. A cirurgia existe há mais de três décadas e está sendo cada vez mais aperfeiçoada, sendo um grande salto tecnológico da Medicina.

Como é viver com um implante de estimulador medular?2021-03-27T20:26:28-03:00

De uma forma geral, o paciente tem uma vida normal. Orientamos que carregue a sua carteirinha de Portador de Dispositivo Implantável e que a apresente em algumas situações, como quando vai ao banco, pois esses dispositivos disparam alarmes. Hoje em dia, a maioria dos dispositivos utilizados permite que o paciente faça ressonância magnética, observada certas condições junto ao seu médico.

Como é realizada a terapia de estimulação medular?2021-03-27T20:25:56-03:00

Existem duas etapas. A primeira é um teste de estimulação medular, ou seja, um procedimento cirúrgico com anestesia ou uma leve sedação para a implantação de um eletrodo posicionado em cima de uma membrana que recobre a medula. Nos dias seguintes, por meio de ajustes e acompanhamento em consultório, são analisadas a eficácia, a localização do eletrodo (se a região que estamos estimulando é a região que corresponde a dor do paciente) e o grau de satisfação do paciente.

Então é realizada a cirurgia do implante definitivo. Através da pele, sem que o paciente perceba qualquer tipo de fio, o eletrodo é conectado a um pequeno “gerador” ou neuroestimulador que, em geral, é posicionado na região lombar. Tudo isso é quase imperceptível, com apenas pequenas cicatrizes cirúrgicas, e o paciente tem alta do hospital ou no mesmo dia ou no dia seguinte.

Nas próximas semanas e meses, em consultório, ajustamos o tipo, a quantidade e a localização de energia enviada para o sistema nervoso do paciente de forma a tentar diminuir ou inibir a percepção dolorosa.

Quais os requisitos para a terapia de estimulação medular?2021-03-27T20:25:15-03:00

É importante que o paciente passe por todas as etapas, desde um diagnóstico bem definido da origem do problema, dos componentes da sua dor, até os tratamentos medicamentosos e outras intervenções que devem preceder a terapia de estimulação medular.

O que é a terapia de estimulação medular?2021-03-27T20:24:38-03:00

É uma técnica que tem o objetivo de bloquear os estímulos dolorosos do paciente, por meio de estímulos elétricos enviados ao cérebro pela medula. O procedimento envolve a implantação de um dispositivo eletrônico, como um “marcapasso” também chamado de neuroestimulador.

O que fazer se tenho dor crônica?2021-03-27T20:21:34-03:00

Você pode procurar um médico especialista em dor para que este desenvolva um plano terapêutico. O tratamento da dor crônica envolve identificar e entender o problema, compreender as expectativas do paciente, além de guiar todo o tratamento da dor – do procedimento mais simples como medicação e reabilitação aos mais complexos, como cirurgias e a terapia de estimulação medular.

Tenho dor aguda ou dor crônica? Qual a diferença?2021-04-23T15:29:56-03:00

Enquanto a dor aguda é um sintoma, a dor crônica é uma doença. A dor aguda geralmente desaparece quando a causa não está mais presente. Já a dor crônica dura mais que três meses, mesmo que o paciente não a sinta durante todo o dia, sendo causada por situações que não são facilmente resolvidas. Diferentemente da dor aguda, a dor crônica pode não melhorar completamente mesmo após a lesão ou doença causadora ter sido resolvida.

Estou com dor na lombar. O que pode ser?2021-03-27T20:23:45-03:00

A lombalgia pode estar relacionada a lesões musculares, patologias como hérnia de disco com comprometimento da raiz nervosa, processo inflamatório, infecções, osteoporose, artrite reumatoide, fratura ou tumor. Mas também existe a dor lombar que envolve sintomas sem causa claramente definida. Além disso, lesões pela prática de exercícios físicos, sedentarismo, obesidade, envelhecimento e erros de postura também podem estar relacionados à dor na lombar.

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